terça-feira, 29 de novembro de 2011

E como andam as séries novas

Pela primeira vez nessa temporada me aventurei a assistir várias das novas séries lançadas pelas emissoras americanas. Não costumo assistir tanta série no começo, pois as chances de ver a produção cancelada é muito grande e eu realmente detesto assistir uma série que foi embora antes do que deveria.

Nem sempre uma série é cancelada por ser ruim ou por ter baixa audiência. Tudo depende do que o canal quer, do custo da produção, do público alvo, do horário e tal. O chato no fim dessa história é quando você realmente gosta da série e vê que ela não vai emplacar.

É algo que aconteceu com Prime Suspect, muito bem feita, mas com audiência baixa desde o começo. Eu gostei desde o primeiro episódio, continuei vendo mesmo já sabendo que as chances de renovação eram poucas, e finalmente foi cancelada a alguns dias atrás. Uma pena.

American Horror Story do FX, me surpreendeu, nunca vi nada na TV desse tipo. Ao mesmo tempo que tráz uma série de clichês, tem algo de inovador. Não é feita apenas do susto barato, mas de um desfile de bizarrices numa casa infestada de pessoas mortas, e algumas delas nem sabem que morreram. Acredito que a família que mora agora também vai morrer no final da temporada, mas a missão deles será a de tentar livrar a casa da tal maldição que deixa a todos presos nela. E contando um pouco de spoiler, depois do episódio da semana passada ficou claro que os corpos precisam deixar a propriedade da casa para os espíritos ficarem livres dela. Como o casal gay que foi encontrado pela polícia e só apareceu no Halloween.

Fiquei bastante empolgada com Terra Nova no começo, mas depois as histórias foram ficando bestas, como do filho lá tentando trazer a namorada e dos tais sextos que podem afinal estarem certos sobre a colonização do lugar. Uma coisa é certa, essa série não deve durar muito se continuar nessa linha de eventos, eu já a deixei de lado.

Outra que desisti foi Whitney, que anda indo bem na audiência. Talvez esteja melhor atualmente, as comédias geralmente precisam de um tempo para se ajustarem.

Ainda assisto Two Broke Girls, é mediana, tem um momentos muito hilários, mas tem outros de fazer vergonha, espero que melhore. Outra que vai bem, mas que eu já perdi a paciência é Up All Night.

Me surpreendi com New Girl, também é uma mescla de episódios bons com alguns ruins, mas teve uma audiência tão alta que é quase certa para a próxima temporada. Uma das poucas séries novas com futuro promissor.

Vamos lembrar aqui as séries novas que foram canceladas nessa temporada:

Charlie's Angels
Man Up
Pan Am
Free Agents
Prime Suspect
Love Bites
The Playboy Club
How To Be A Gentleman

sábado, 29 de outubro de 2011

Série On Line - Lado Nix

Fiquei muito tempo sem aparecer e sem dar uma satisfação da falta de postagem, peço desculpas. Algumas mudanças aconteceram no meu dia-a-dia e acabou não sobrando tempo para o blog, mas espero poder mudar isso agora. E mudar também esse layout, que está muito antigo.

O motivo principal de escrever esse post é para falar de uma série para internet lançada pelo Jacaré Banguela e produzida pela Mambo Jack Filmes. Com linguagem de HQ, Lado Nix é centrada numa adolescente  nerd (a Nix do titulo) que trabalha numa loja de quadrinhos. O cotidiano de Nix é uma mistura de mundo real com surreal, recheado de efeitos especiais e de referências de quadrinhos e games. O roteiro e a direção é de Paulo Mavu.

Até agora já foram lançados 2 episódios, que você pode conferir logo abaixo. Achei o primeiro um pouco fraco, mas o segundo é bem melhor, com certeza vale a pena acompanhar essa série, até porque cada episódio tem cerca de 6 minutos de duração, bem prático para quem não tem muito tempo para assistir alguma série.






Atualmente estou fazendo um curso técnico de audio e video, um dos objetivos que tenho nesse sentido é de também fazer uma série para internet (e por isso também tive que sumir um pouco). Já passou da hora de pararmos de depender apenas da TV brasileira para assistir séries nacionais. E precisamos abrir mais nossos horizontes além das séries americanas. Tem muita gente competente fora da panelinha das grandes emissoras, e concordo com o Jacaré Banguela, precisamos disso, de mais trabalhos independentes, mas profissionais.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Review: Awkward. - 1x01 'Pilot'



Já faz algum tempo que a MTV americana deixou de ser um canal de música para se tornar um canal para os adolescentes. Eles foram pioneiros ao lançarem um dos primeiros reality shows da TV, há quase 20 anos, o Na Real. De lá pra cá, os videos-clipes perderam sua importância como principal atração do canal, e outros gêneros, todos voltados ao público jovem, começaram a surgir na programação da emissora. Apenas recentemente a audiência da MTV começou a subir novamente quando lançaram o reality show 16 and Pregnant (ou Grávida aos 16 no Brasil) que acabou gerando outro sucesso o Teen Mom (Mãe Adolescente).

Nesse verão a emissora decidiu apostar pesado em séries roteirizadas, provavelmente por ter mais dinheiro em caixa para bancar esse tipo de produção, que é mais cara que os realitys. Uma delas é Teen Wolf, focada num adolescente lobisomen que já está fazendo bastante sucesso. E mês passado estreiou Awkward., série tema desse review, que tem como personagem central uma adolescente de 15 anos, Jenna, enfrentando o duro período do High School americano.

O primeiro episódio promete uma série bem interessante, uma mistura de comédia com drama que começa quando Jenna tira seu aparelho dentário e vai a festa do final de verão da escola. Na ocasião ela consegue chamar a atenção de Matt, o garoto mais popular da escola, por quem ela tem uma queda. No armário de limpeza do ginásio, Jenna perde sua virgindade com Matt de forma bem estranha (é nesse momento que o título da série começa a fazer sentido e cada vez mais situações assim aparecem), não revelando para ele que aquela é a primeira vez dela. Ao final os dois ficam sem jeito e Jenna chega a chamar Matt para fazer algo juntos, mas ele confesa que ninguém pode saber que ele gosta dela.

Considerando esse o pior dia de sua vida, em casa Jenna escreve em seu blog quase anônimo o "Diário da garota invisível" sobre a frustração que sofreu com o garoto (sem revelar o que realmente houve). Para completar sua frustração ela recebe uma carta assinada apenas por "um amigo" dizendo que se ela sumisse da escola ninguém mais notaria. Um pouco de exagero, claro, já que em sua comunidade virtual tem 11 amigos, sendo 2 garotas suas amigas na escola. É pouco, mas ainda é alguma coisa.

A carta ainda sugere uma lista de coisas que Jenna deveria fazer para se tornar uma pessoa melhor, vemos apenas a primeira delas, que diz que ela deve deixar de ser medroza. É neste momento que um acontecimento acaba mudando a vida da garota, de uma forma que ela jamais imaginaria. É por aqui que paro o review sem revelar muitos spoilers. Se quiser continuar a leitura com spoilers, como faço em todos os reviews, é só continuar a ler.

Jenna enche sua banheira e busca por aspirinas no banheiro. Ela toma dois comprimidos, à seco, e acaba se engasgando com eles. Após tossir e cuspi-los na pia acaba se desenquilibrando, derrubando todo o vidro de aspirinas no chão e ainda lançando seu secador de cabelos na banheira. Na queda ainda quebra o braço e machuca o pescoço. Ao ser encontrada naquela situação a primeira coisa que vem na cabeça de todos é que ela tentou suicídio. Uma carta detonando sua existência, um depoimento sem seu blog dizendo que ela queria morrer (mas não literalmente), comprimidos e uma banheira energizada por um secador de cabelos. Suicídio na certa.

Por mais que ela tenta explicar que não queria se matar, nada adianta. Ninguém acredita nela, nem seus pais (que são bem jovens, por sinal), nem suas amigas próximas, nem sua orientadora na escola. Ela passa a usar um gesso no braço que fica erguido para o alto, além de colar cervical, formando um visual bem embaraçoso. Na escola ela vira o centro das atenções e passa a ser zombada por onde passa.

A forma de Jenna encarar a escola muda muito. No começo sua situação gera uma sessão de humilhação atrás da outra, mas numa competição para promover um jogo na escola a coloca no centro das atenções mais uma vez. Ela se candidata a participar da brincadeira, e já que não tem mais nada a perder, acaba vendo naquilo uma forma de tirar vantagem da sua situação. Matt está na competição, além de um esportista e uma líder de torcida gorda, que segundo as amigas de Jenna, só está na posição de líder e popular por comprar seus amigos. Jenna tem de girar uma roda para dedicir qual tarefa seria feita, e o que sai é uma prova em que a dupla deve trocar de roupas de forma mais rápido para vencer. Sadie, a líder, pega Matt para seu lado, enquanto Jenna fica com o garoto jogador de futebol. Eles entram numa espécie de cabine e começam a tirar a roupa. Para Jenna era óbvio que ela perderia, já que na sua situação era muito dificil trocar de roupas. Ela tenta desistir mas seu parceiro não, então ela parte para a tentativa. Os garotos terminam primeiro e ela acaba conseguindo também, ao inverter a ordem das roupas.

Ela não apenas vence, como é festejada por todos os alunos que estavam ali, guiados por seu parceiro na competição que grita seu nome sem parar. Enquanto isso, Sadie sai de cena humilhada, pois não conseguiu terminar a tarefa já que as roupas de Matt não couberam nela. E ela culpa Jenna por isso, já que foi ela quem girou a roleta. Nesse momento ficamos com um pouco de raiva de Jenna, pois ela se sente mal por Sadie e ainda vai pedir desculpas à garota (que até esse ponto da história já tinha insultado Jenna antes, além de jogar lixo sobre ela) e leva mais uma cutucada de Sadie.

E então mais uma coisa inexperada acontece. Jenna tromba com Matt, que logo é chamado pelo grupo de líderes de torcida. Ele obedece, mas ainda observa Jenna, que agora tem sua atenção em Jake, o garoto que estava organizando a competição em que ela participou mais cedo. Ele conversa sobre a coragem que ela teve ao fazer aquilo, também acaba sendo chamado por uma líder para algum lugar, mas ele a ignora e volta sua atenção para Jenna. Matt assiste aquilo surpreso, pois vê um garoto fazendo o que ele mesmo deveria fazer, deixar de lado as aparências e assumir seus sentimentos.

No final do dia Jenna vai checar seu Facebook da vida e encontra 22 pedidos de amizade, entre eles de Matt e de Jake. E um dia que começou como sendo um dos piores em sua vida escolar, acabou terminando como o melhor.

O episódio piloto termina deixando a sensação de que vem uma grande série por aí, até porque nem tudo se baseia apenas na simples história de uma garota excluída que começa a se tornar popular. Se formos analizarmos como as coisas acontecem nela, veremos que aquela cena de Jenna com as roupas invertidas (camiseta nas pernas e calça no busto) representa muito bem como as coisas acontecem na série. A garota popular é uma lidar de torcida, mas ela é gorda, enquanto a garota excluída é bonita, tem personalidade. O garoto popular gosta de fato da perdedora, mas não tem coragem de admitir. A garota impopular se torna popular exatamente pelo o que mais lhe causa a exclusão. São paralelos, inversões e opostos misturados aos clichês típicos destas séries.

Eu espero que Awkward. siga esse modelo do episódio piloto, e não faça como muitas série que começam promissoras e acabam esquecendo no meio do caminho sua proposta inicial. Ficamos com o mistério da lista, quais são seus novos tópicos e quem foi que a escreveu. O primeiro ítem é riscado por Jenna no final do episódio, o que indica que ela irá se orientar por essa lista da carta para se tornar menos invisível. Ela muda o nome de seu blog, passando a ser "O diário daquela garota".

E quanto ao autor da carta, pode ser tanto alguém próximo dela (ou que ser se aproximar dela, como Jake) ou de alguém que a odeia por questão de aparência, mas no fundo quer ajuda-la, como poderia ser Sadie.

Recomendo essa série para aqueles que querem assistir a uma história adolescente que não seja boba e superficial, algo que anda reinando tanto nas telas de lá, quanto nas daqui.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Comic Con 2011: Fringe


A essa altura do campeonato não há mais novidades vindas da Comic Con, a imprensa e blogs diversos já exploraram bastante a feira. Meu intuito aqui é trazer minha visão de fã de séries que visita a convenção, trazer um pouco do que já foi falado também, mas principalmente transmitir a sensação de estar lá.

É realmente um paraíso para quem é fã de séries, quadrinhos e filmes. A cada ano as séries vem ganhando mais espaço, antes eram apenas as mais dedicadas ao tema de ficção científica que ganhavam espaço na feira, agora os mais diversos estilos tem aparecido por lá. O principal motivo é simples, a Comic Con é um dos melhores lugares para se divulgar um novo programa. O público alvo esta lá, assim como a imprensa, cada vez mais explorando a feira de outras partes do mundo. Antigamente era somente a impresa americana que dava mais destaque a convenção, agora até a brasileira vem se rendendo ao poder dessa união de tantas mídias diferentes.

Vou começar meu relato por um dos painéis que mais gostei de assistir, o de Fringe. Qualquer fã da série amaria estar naquele painel. Umas duas horas antes do inicio eu estava tentando conseguir participar do sorteio para entrar na fila de autógrafos do elenco, mas tinha tanta gente, que antes de chegar minha vez as senhas acabaram. Me restou então correr para o fila do painel, que ocorreu no Ballroom 20, o segundo maior espaço do evento, sendo o principal dedicado as séries. Faltava poucos minutos para o inicio do painel de Vampire Diaries, mas a fila estava tão grande que a poucos metros da entrada o salão já estava lotado.



Isso aconteceu porque era um sábado, o dia em que o evento fica mais cheio, já que muitas pessoas que trabalham, e não tem tempo de ir nos outros dias, vão somente neste. A Comic Con dura 4 dias, começando na quinta-feira (no caso foi dia 21 de julho) e termina no domingo, ás 5 da tarde. É mais uma coisa para se ficar atento nas próximas edições, ir para as filas bem mais cedo nos dias mais cheios.


Bom, a espera de mais de uma hora na fila valeu a pena, consegui ficar um pouco mais a frente da metade do salão, não tinha uma visão muito boa do palco, mas os telões compensam a distância. É claro que muitos querem ver os atores de perto, a oportunidade acontece depois quando eles dão autógrafos. Mesmo que você não consiga a senha para participar, tem a possibilidade de passar bem perto do estande do canal e ver, tirar fotos ou filmar. É claro, você não pode simplesmente parar e ficar olhando, tem que andar, pois diversos funcionários do evento ajudam a controlar o fluxo de pessoas para que o corredor não pare. Além de impedir que os corredores da área de exibição pare, isso também deixa a chance de praticamente todos que quiserem passar por perto do atores possa fazer isso. Como as sessões de autógrafos duram entre 30 minutos e 1 hora, é tempo suficiente para você passar várias vezes se quiser. Com Chuck, por exemplo, passei umas 3 vezes até conseguir ver todo mundo e fiquei surpresa ao constatar que Zachary Levi é muito mais bonito pessoalmente.


Mas vamos voltar a Fringe, falo um pouco de Chuck em outro momento. O elenco estava bem descontraído, realmente pareciam estar gostando muito de estarem ali. Digo isso porque encontrei outros (de outras séries) que não estavam nenhum pouco empolgados, mas também falarei disso depois. A ausência de Joshua Jackson era sentida, e o mediador falou do assunto, se referindo a ele como o "elefante branco na sala". Disse que daquela vez eles iriam mais responder as perguntas dos fãs, já que não poderiam falar muito da próxima temporada.


Eu comecei a ver Fringe há pouco tempo e nem cheguei a comentar sobre a série aqui, mas realmente gostei muito de suas 3 temporadas, chegando a um ponto em que um de seus personagens principais simplesmente deixa de existir. E por isso Joshua Jackson, o Peter, não apareceu nesse primeiro momento do painel, mas ele acabou aparecendo de forma inusitada. Sobre as perguntas dos fãs acho que pouco se salva, não me lembro de nada muito relevante. Foi engraçado quando comentaram sobre a performace de Anna Torv quando imitou William Bell, e desafiaram Lance Reddick (o Agente Broyles) a fazer uma imitação de Broyles imitando Olivia sendo o Bell. Foi muito engraçado!


Anna Torv falou pouco, acho que o Joshua no final foi quem mais falou, ele estava muito empolgado com tudo. John Noble também comentou a notícia que teremos algumas cenas de nudez na próxima temporada, dizendo que apenas ele teve que aparecer pelado antes na série. Todos os outros também falaram algo, Jasika Nicole (Astrid), Blair Brown (Nina) e Seth Gabel (o Agente Lee) que comentou como estava feliz em fazer parte do elenco principal da série e que era um fã antes de ser escalado para viver o Agente Lee.

Jasika Nicole respondeu a pergunta de um fã dizendo que Astrid teria uma mudança na próxima temporada, antes de revelar algo mais direto seu produtor a impediu na hora e ela simplesmente começou a cantarolar uma musica do Aerosmith para dar a dica "Atrid terá uma arma". Podemos esperar que ela evolua como agente e esteja mais presente nas cenas de ação e saia um pouco do laboratório.


Falando de Peter, mostraram um video super divertido sobre outros atore fazendo um teste para preencher a vaga deixada por ele. Pegaram diversos atores conhecidos, como Geoff Stults (da série The Finder), Zachary Quinto (o Sylar de Heroes), Greg Grunberg (o Matt de Heroes), uma leva de Lost: Rebecca Mader (Charlotte), Damon Lindelof (um dos criadores ), Michael Emerson (Ben Linus), Jorge Garcia (Hurley) além de Danny Pudi (Abed de Community - que também vi em outros estantes da feira) entre outros. Joshua aparece no final do video caracterizado como um Observador e age como tal. Ele entra no palco do painel vestido com terno e chapé de Observador, mas sem a maquiagem que deixa a cara branca e sem pelos como no video.


Ele se sentou entre Lance e John e agradeceu a todos por estarem lá, inclusive por apoiarem a Pacey-Con, uma sátira que ele inventou ano passado sobre seu famoso personagem em Dawson's Creek. Muitos fãs sugeriram que Peter se tornaria um observador, e isso acabou gerando a brincadeira com o video no evento, mas nada foi falado sobre Peter. Joshua com certeza volta, mas nada mesmo foi revelado sobre como isso seria. Os atores então passaram a fazer perguntas sobre a série para os fãs, dando brindes para aqueles que acertassem. Me lembro que Anna, Jasika e Blair fizeram perguntas e possivelmente Joshua. Aliás, como disse antes, ele era um dos mais empolgados por estar lá, falou bastante quando chegou.


Infelizmente não conseguir ver o elenco no momento dos autógrafos, eu estava participando da convenção como voluntária e tinha tarefa a cumprir bem no horário dos autógrafos. Pensando bem agora eu poderia ter dado uma "escapada" das minhas funções para ver o elenco rapidinho, já que estava bem perto do hall de exibição, onde ficam os estandes das séries. Mas enfim, é mais uma lição que fica para ser usada na próxima vez que eu for lá.


Meu relato sobre Fringe acaba aqui, mas ainda tem muitas coisas para falar sobre a Comic Con que deixarei para o resto da semana, espero que vocês curtam. E cliquem nas fotos para amplia-las, ficam bem melhores.

A primeira foto do post é de um grupo de fãs vestidos de Observadores que estavam ao lado do estande da Fox, estavam realmente bem caracterizados.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Segunda em Séries: Grey's Anatomy, Desperate Housewives, Rookie Blue e True Blood

Mais uma semana de séries em férias começa, mas algumas decisões sobre o futuro delas estão sendo feitas agora. Confira as noticias e opiniões da semana.

- O final de Grey's Anatomy pode estar perto. O contrato do elenco principal vence em maio de 2012, ao final da oitava temporada e nada até agora foi falado sobre renovação. Os números de audiência andam muito bem, mas criativamente a série tem ficado escassa. Seria um bom momento para se terminar a série de uma forma planejada, sem chegar a um ponto de decadência. Mas a criadora de Greys, Shonda Rhimes, acredita que a turma de Seattle Grace ainda deve ir além da oitava temporada, claro, a audiência justifica essa tendência, mas será que a história não poderá se perder e termos um novo ER no ar?

- E outra super-veterana da mesmo época de Grey's, Desperate Housewives, vai realmente ser encerrada em sua oitava temporada, que estréia em setembro desse ano. O criador da série, Marc Cherry, afirmou que esse é o momento de encerrar a série criativamente. Ele realmente já fez de tudo na série, reutilizou fórmulas, criou mistérios e assassinatos onde pôde, chegando a pular 5 anos no futuro da vida dos moradores de Wisteria Lane para dar fôlego nas história. Essa ultima temporada deve encerrar de vez os mistérios da série, sem nenhum spin-off, como relataram alguns rumores. É mesmo o fim de Desperate Housewives.

- E mesmo com uma porção de novas séries para a temporada 2011-2012, a ABC considera a possibilidade de trazer Rookie Blue para a programação nobre da emissora, o que seria uma boa, já que no verão a série tem apenas 12 episódios. Só não se sabe ainda se essa mudança seria para a temporada atual ou para a longínqua 2012-2013.

- A quarta temporada de True Blood está na metade, mas as histórias da série já não são tão legais quanto as de 1 ou 2 anos atrás. Estou adorando o triângulo Sookie, Eric e Bill, mas todo o resto está menos interessante. Jason, Jéssica e Pam ainda conseguem entreter com seus dramas, mas o resto... Sam e seu núcleo de transmorfos é tão chato quanto Lafayette, Tara, Jesus e as bruxas. Pode ser que algum momento a trama desse pessoal decole, vamos esperar. Alcides não fez quase nada também, o que demonstra que o elenco da série talvez esteja grande demais, seria hora de cortas algumas cabeças.

E estou devendo o review de Rookie Blue da semana passada, em breve trago aqui, não fiquei muito contente com algumas coisas que aconteceram, infelizmente.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Review: Rookie Blue - 2x06 'In Plain View'



Toma essa Luke!

Mais cedo ou mais tarde a bomba ia explodir e por mais sacana que Jo tenha sido, jogando propositalmente os fósforos para Andy ver, eu adorei que isso tenha acontecido. Luke realmente se arrependeu e ia tentar manter tudo como estava, mas acabou deixando pistas. E como Jo não iria mentir sobre isso, já que o maior interesse dela é que o casal se separe mesmo, tudo se encaminhou para o que houve. Além do deslize, Luke mentiu, fazendo Andy descobrir pela própria ex-namorada. Grande mancada.

Os fãs de "Sandy" estavam esperando isso faz tempo. Sam e Andy agora estão livres e desempedidos, só espero que não demore muito para a dupla ficar mesmo junta. Confesso que no começo da série era mais a favor de Luke do que de Sam, mas a química entre Sam e Andy funciona muito mais do que com o detetive galã. Será muito interessante ver Andy e Sam como um casal.

No mais o episódio foi muito fraco. A mãe de Gail visita o distrito para o lançamento de uma campanha que aproxima a polícia da comunidade, e revelou que é um tanto dura com a criação da filha desde que ela era uma criança. Chris fez papel de bobo e ficou babando pela sogra até que ela dizer na cara dele o quanto estava insatisfeita pela lealdade dele com Gail. Até que ele acordou um pouco pra vida, mas meio tarde.

Tenho a impressão que deixaram o lance emocional de Gail e Dov de lado, pelo menos nesse episódio nem tocaram nisso, o que acho uma boa. Existem outras formas de se explorar essa turma e essa, com certeza, não é a melhor delas. Mas vamos ver nos próximos episódios o que eles irão fazer sobre isso pra poder respirarmos aliviados de vez.

Traci e Sam trabalharam juntos e atuaram secundariamente na história, mas tiveram uma parte interessante do episódio. Quem ficou com algum destaque, mas não deslanchou foi Gail. Ultimamente ela tem se tornado um tanto perdida na série. Estão tentando encaixa-la melhor no grupo, porque desde o começo ela foi a bitch, a amada por ser odiada, mas agora ela não é nem uma coisa nem outra. É dificil explicar isso, embora ela ainda mantenha seu lado "bad girl" na ativa, perdeu sua auto-confiança e um pouco de sua personalidade. Ela se relaciona com o caso do garoto perdido enquanto ela mesma foge de sua mãe. É possível que eles explorem esse lado familiar dela ainda mais nessa temporada, já que em algum momento ela vai ter que enfrentar a mãe e declarar sua liberdade dos Pecks. Pelo menos é o que espero que aconteça.

E hoje tem episódio novo nos EUA, o de número 7 da segunda temporada, "The One That Got Away", confira os promos aqui e aqui, e aguarde a legenda possívelmente já amanhã pelas majestosas do Queens Of The Lab.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Review: Rookie Blue - 2x05 'Stung'


 Peguem seus lenços, o drama vai começar.

Parece que o episódio anterior era uma espécie de aquecimento para o que viria nesse. O melhor de tudo foi ver mais um episódio com a turma disfarçada, dessa vez para pegar pessoas com mandato de prisão decretado. Mais uma vez os rookies aprenderem lições valiosas, mas os erros sempre estão lá. Epstein se afobou novamente e quase morreu ao procurar por uma plantação de maconha junto de Chris. Depois de escapar ileso, recebeu uma bela bronca de Gail, o que comprova a teoria de que haverá algo a mais entre eles. Digamos que há algum tempo Gail vem nutrindo um sentimento mais forte por Dov, mas é claro que ela jamais iria dar importância a isso. Eles vieram se aproximando ultimamente e depois do que houve no episódio anterior com Chris, ela ficou um pouco decepcionada com ele. E isso fez ela se aproximar mais de Dov, que também parece corresponder ao sentimento. O pior nisso tudo é que a amizade de Chris e Dov, que ia tão bem, vai ser começar a ser abalada. E é esse tipo de drama que eu não queria ver na série, mas vamos ver como eles irão lidar com isso. Realmente Gail veio para causar.

E na outra ponta desse episódio temos a coitada da Andy levando um belo chifre do Luke. Desde que Jo declarou que mantinha tudo o que amava próximo dela, Andy já sentiu o perigo e era questão de tempo até Luke ceder. O problema é que, ele assumindo ou não o que houve com Jo, a consequência disso é um grande arrependimento, com certeza. Andy poderá ficar livre para ficar com Sam, algo que ela evitou no passado por consideração a Luke. Ele infelizmente não pensou da mesma forma. Espero que ele pelo menos jogue limpo e acabe com tudo.

Também tivemos um pouco do passado de Andy à tona, quando ela considera chamar a mãe para seu casamento. O caso da senhora devedora serviu para ela notar o quanto é dificil voltar para sua família em momentos delicados. Será algo legal para se explorar em episódios futuros. E será que vamos saber como foi o encontro da Noelle com o Frank? Parece que ela ainda não está acreditando em tudo o que está acontecendo.

É isso, vou correr agora para assistir ao episódio 6, que é o mais recente a ser transmitido e ficar em dia com Rookie Blue, até!

Review: Rookie Blue - 2x04 'Heart & Sparks'


 Fico me perguntando a cada semana se teremos um episódio ruim de Rookie Blue, e a resposta que sempre recebo é que não. Parece impossível essa série ser ruim em algum momento. O quarto episódio "Heart & Sparks" conseguiu abordar a todos, até mesmo aos personagens secundários. Mas vamos começar pelo principal.

Andy tenta de tudo para animar Luke, mas ele ainda se sente mal em decorrência da cirurgia que sofreu devido ao tiro que recebeu no episódio anterior. Em nenhum momento do relacionamento da dupla eles passaram por um algum problema desse tipo, o que acabou revelando faces de suas personalidades até então desconhecidas. Mas para Jo, ex-namorada de Luke, aquilo não era nada novo, então ela soube aproveitar o momento para se reaproximar dele. Aliás, o que ela disse ao final do episódio foi uma verdadeira declaração de guerra à Andy. Acredito ser uma questão de tempo até que Andy e Luke estejam separados de vez, a relação não irá mesmo pra frente porque simplesmente eles não gostam tanto assim um do outro. Acho que isso já ficou bem claro há um bom tempo.

Só que enquanto isso, Sam fica sem ação. Até Oliver percebeu o quanto Sam gosta de Andy, jogou algumas indiretas enquanto ela estava presa. Andy cutuca Sam com sua falta de iniciativa, mas também não é fácil para ele se arriscar desse modo. É possível que Andy é quem desista no fim das contas e tome a iniciativa de ficar com Sam. Ainda mais depois de ver Luke e Jo passando bons momentos no hospital.

Traci conseguiu finalmente acabar com sua a relação com Dexter, o pai de seu filho. Ele não merecia ser enrolado daquele jeito, mas pelo menos espero que Jerry não dê para trás agora, seria muita sacanagem. E sem querer Traci fez com que Noelle e Frank marcassem um encontro. Quem sabe ela finalmente consiga achar um pai para seu filho, que possa cria-lo junto com ela? É uma alternativa interessante para o caso dela.

E o que mais me chamou a atenção nesse episódio foi o trio Dov, Gail e Chris. Como falei no review anterior, acho legal Dov e Gail se darem bem, passando a se entenderem melhor, meu único receio é que isso passe além da amizade e se torne dramático demais para o grupo. Gail viu um lado diferente de Chris ao reencontrar um de seus padrastos. E assim como Andy, ela não soube muito bem como lidar com essa novidade, mas fez o melhor possível. Podemos esperar ainda mais novidades nesse relacionamento, podem ter certeza.

E fiquei devendo meus textos sobre a Comic Con. Infelizmente Rookie Blue não fez parte do evento, mas trarei minhas impressões sobre Dexter, Shameless, Fringe, The Finder, The Big Bang Theory e mais.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Review: Rookie Blue - 2x03 'Bad Moon Rising'



Pela primeira vez nessa temporada Rookie Blue apresenta um episódio em que todos os protagonistas tem sua importância na história, mas com um desfecho sombrio, algo que não é muito comum na série.

O começo desse episódio já indicava que as coisas seriam um pouco mais pesadas dessa vez. Andy apenas se assustou, mas o pior estava por vir. O pedido de casamento que nunca aconteceu, mas que teve um "sim" como resposta, parecia ser bom demais para ser verdade. E não era muito bem. Luke comprou o anel para pedir Jo em casamento, que se negou, possivelmente por não querer o compromisso sério, mas ainda gostando de Luke. A negativa é o que deve ter gerado o fim do relacionamento e certamente Luke não iria correr tão prontamente para fazer o pedido à Andy. O fato dela ter achado o anel não só antecipou as coisas, fez com que o casal se comprometesse com algo que nenhum dos dois realmente pensou a respeito. Isso poderia fazer com que eles se desentendessem em relação ao compromisso, mas o que aconteceu no final do episódio pode mudar isso, pelo menos por enquanto.

Sem querer querendo a interação entre Dov e Gail foi perfeita. Gail a seu modo ajuda Dov, que mostrou mais uma vez o quanto se importa com sua profissão. Foi seu exagero em desconfiar de todos que o fez prender o principal criminoso do episódio. O abraço de Gail nele foi o ponto alto da relação da dupla.

Ainda sobrou tempo para Traci ajudar uma senhora que procurava a filha. Ela e Chris ficaram na central mais uma vez, e chegaram até a conversar sobre família e casamento. Enquanto isso Traci e Jerry mantém um caso, já que agora ela está morando junto do pai de seu filho, algo que não deve dar certo com certeza. Ainda torço para ela ficar de vez com Jerry. Tudo indica que Chris e Gail poderão ter problemas futuramente se o casal continuar mesmo junto. Só espero que não usem Dov para formar mais um triângulo amoroso, não seria nada bom para esse trio.

E falando de triângulo, Sam demonstrou mais uma vez seu ciúme quando soube do noivado. Pensando bem, isso já virou um quadrilátero amoroso, com Jo completando o grupo. Ela e Sam ficam esperando que seus amados se separem, mas não tem a coragem de assumir seus sentimentos para com a parte amada. Já ficou provado que Luke gostou muito de Jo por conta do pedido de casamento. Andy realmente gosta mais de Sam do que de Luke, o problema é que Sam sempre se esquivou dela, nunca assumiu nada. Então Luke e Andy acabando se encontrando nesse meio porque ambos não tem medo de assumir que querem ficar juntos. Mas a verdade é que eles não se amam tanto quanto queriam. Confuso, não?

É certo que Luke irá sobreviver, esse quadrilátero não irá terminar tão cedo. Quando a verdade sobre o anel vir à tona, poderemos ter mais uma virada nessa história, vamos aguardar os próximos episódios.

Séries em Análise: Castle



Essa época em que não temos quase nada de novo é ótima para se conhecer novas séries. Eu tenho em meu HD e em minha estante uma porção delas para quando eu tiver um tempo livre sobrando. Uma das que fiquei muito curiosa para assistir foi Castle, mas como já estava na terceira temporada ficava um pouco complicado alcançar a temporada atual, mas em breve eu chego lá.

A dupla de protagonistas é formada por Rick Castle (Nathan Fillion) um famoso escritor de romances policias, e Kate Beckett (Stana Katic) uma detetive de homicídios de Nova York. A relação da dupla é o ponto forte da série, que conta em cada episódio com um crime diferente que precisa ser solucionado. É uma das séries de investigação que mais foca na vida de seus personagens do que nos casos. Mais até do que Bones, que se equilibra bem entre os casos e seus personagens.

O elenco que dá apoio a dupla também é responsável pela boa harmonia da série. Na delegacia o elenco é formado pelos detetives Javier Esposito (Jon Huertas) e Kevin Ryan (Seamus Dever) subordinados de Beckett, o Capitão Roy Motgomery (Ruben Santiago-Hudson) chefe de toda equipe e a legista Lanie Parish (Tamala Jones).

Do lado de Castle temos sua filha adolescente Alexis (Molly C. Quinn) que assim como sua mãe, Martha (Susan Sullivan) vive com ele. A relação de Castle com sua filha muita vezes é mais de amizade do que de autoridade, mas aos poucos ele vai se tornando um pai tão protetor quanto qualquer outro. Martha é uma atriz de pouca fama, que sempre está em busca do papel perfeito. Ela serve como uma espécie de figura materna para Alexis, cuja mãe vive viajando e tem menos responsabilidade que a própria filha. Até Castle, tão conhecido por ser um fanfarrão, tem mais cuidado pela filhão do que a mãe dela.


É exatamente esse lado tão descontraído e jocoso de Castle que contrasta com Kate e torna a relação da dupla tão divertida de se assistir. Kate leva seu trabalho muito a sério, perdeu sua mãe quando era ainda muito jovem, um crime que nunca foi solucionado. Esse incidente a fez se tornar uma detetive. No início sua relação com Castle é tumultuada, ela não o quer por perto, mas acaba precisando dele para solucionar um caso que imita uma cena de assassinato de um de seus livros. É nessa interação que Castle decide acompanhar Kate por mais algum tempo, e encontra nela uma musa para sua próxima série de livros policiais, já que matou o seu protagonista de maior sucesso.

Kate é uma grande fã de Castle, mais adiante na série ficamos sabendo que os livros dele a ajudou a superar a perda da mãe. Mas ela prefere não dar o braço a torcer, não revela a Castle o quanto ele é importante à ela. Pelo menos até onde estou assistindo (meio da segunda temporada) isso não acontece. No máximo ela diz a Castle que a companhia dele nos casos tornou o dia dela mais animado. É um grande passo para a relação da dupla. Castle por sua vez brinca diversas vezes com a possibilidade de ficar com Beckett.

Até agora estou gostando muito da interação da dupla e dos casos dos episódios, só teve um que realmente achei chato. No geral o humor e o drama tem um bom equilíbrio. E até agora não imagino que a dupla possa formar um casal, por mais química que eles tenham. Um bom exemplo disso é no episódio em que Castle é eleito um dos 10 solteirões mais cobiçados de NY, e quando ele e Beckett estão num encontro com pessoas diferentes, acabam não dando atenção a seus pares e indo juntos tentar resolver um dos casos em que estavam trabalhando. Eles estão em perfeita sintonia, mas acho que isso está muito mais forte no lado profissional e de amizade do que amoroso. Pode ser que isso mude com o passar do tempo.

Uma coisa é certa, Beckett vai se tornando menos séria e durona com a presença de Castle. Ela vem mostrando mais o seu lado divertido. Essa mudança também vale para o outro lado. Castle começa a ter mais seriadade em certos pontos de sua vida, como na relação com sua filha. Tudo acontece de forma natural, sem forçar a barra.

Atualmente a série foi renovada para sua quarta temporada, vai ao ar nos EUA pela ABC (a nova temporada deve começar em setembro) e no Brasil pela AXN. 

Mais informações sobre Castle, confira o blog Série Castle.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Review: Rookie Blue - 2x02 'Might Have Been'


 Quando uma boate começa a ter problemas com drogas e o seu dono é um policial aposentado, o departamento de polícia resolve pegar leve e arma um plano de trabalho disfarçado. É um dos melhores eventos da série, quando resolvem colocar alguém infiltrado para investir algo e sempre resulta em algo inusitado. Aqui não foi diferente.

Na temporada passada tivemos pelo menos dois casos de trabalhos assim, quando os novatos precisaram se dirfarçar de prostitutas (e prostitutos!) para coibir a ação de quem procurava sexo por dinheiro. A outra foi quando Andy e Sam caçavam um traficante. Me lembro desses dois pelo menos, esses dois casos também renderam situações engraçadas como nesse. Andy e Gail se infiltram como garçonetes e acabou sobrando para Gail o papel da "vagabunda da vez que está dormindo com o dono" para manter o disfarce mais verdadeiro. E por conta disso ela foi bem maltratada pela chefe do lugar. Pelo menos Andy conseguiu a simpatia da moça, o que a levou a descobrir quem traficava dentro do lugar.

Enquanto isso Traci, Jerry e Sam ficavam de vigilância numa van do lado de fora do clube, aguardando o contato da dupla lá dentro. Nem preciso dizer que as cenas entre Traci e Jerry foram muito fofas e os fãs que fazem torcida pelo casal amaram toda a interação entre eles. Seja lá quem for o tal pai do filho de Traci, Jerry tem muito mais competência para ficar ao lado dela, esperamos que sigam essa tendência. Semana passada eu reclamei de como deixaram ela de fora do episódio de estréia, mas pelo menos recompensaram nesse. Só que outro personagem apareceu pouco aqui, o que poderá ser algo rotineiro nessa temporada, deixar alguém de escanteio para se concentrar em outros personagens. E claro, Andy é a única que fica em evidência sempre.

E a tensão entre Luke e a ex-namorada e parceira continua, Andy não está gostando nada disso, mas Luke demonstra que realmente não está interessado na Jo Rosati. Que aliás, achei bem sem graça, bem feito pelo fora que recebeu. Mas creio que uma boa parte dos fãs devem torcer para Luke pisar na bola, assim Andy pode cair nas graças do Sam. E parece que a própria Andy espera isso. A conversa que ela teve com a garçonete chefe mostrou isso. Ela não consegue achar nenhum defeito em Luke, ele realmente é perfeito, dificil de acreditar. Mas ela queria ouvir de outro cara o que ele realmente sente. Será que ele se tocou dessa vez? Sam merecia ouvir aquela conversa na investigação, quem sabe sai do muro. Ao mesmo tempo ficamos com pena de Luke, que não merecia levar um fora de Andy. Esse triângulo é bem complicado.

O Dov nesse episódio deu uma de Andy, foi se intrometer na briga de um casal e se ferrou legal. Sorte dele que no final ele estava certo, e a namorada do esquentadinho apanhou feio. Na temporada passada Andy também tentou proteger uma mulher que apanhava do marido, mas não teve coragem de se afastar dele de vez. Isso realmente deve acontecer muito, mas achei um pouco falta de criatividade tocar nesse assunto novamente colocando o coitado do Dov no meio. Precisam arrumar logo uma namorada pra ele, o coitado só vê um desfile de mulher com caras idiotas e ele lá, chupando o dedo. Aliás, Dov e Andy se parecem muito, levam o trabalho para além do que deveria. Seria legal ver a dupla trabalhando novamente por mais tempo e interagindo com seu modo tão parecido de encarar a profissão.

Chris, o esquecido da vez, apoiou Dov, mas não quis por a mão no fogo pelo amigo. E ele estava certo, Dov jamais deveria ter pedido para ele mentir. Quem também quase teve um problema de questão moral foi o Oliver. Ele vem aparecendo mais nessa temporada, mas acho que será algo aleatório. Quando ele foi intimado pelo policial aposentado já imaginei que o cara tinha culpa no cartório. E no final foi isso mesmo, ele tentou escapar matando o traficante e justificando que estava protegendo Andy. Mas Oliver foi firme ao não ceder nenhum privilégio ao amigo. Andy mais uma vez foi certeira, está indo tão bem que não deve demorar muito para receber uma promoção.

E isso me fez lembrar que uma vaga para capitão (se não me falha a memória) está aberta, podendo levar algum policial veterano para fora do grupo.

Sigam o Queens Of The Lab para obter mais novidades e legendas exclusivas de Rookie Blue.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Eles merecerem o Emmy: Comédia

O Emmy é considerado um dos principais prêmios da TV americana, para alguma série ou ator levar um prêmio desse é sinal de grande prestígio e sucesso. Como em toda premiação, nem sempre a justiça é feita, mas certas vezes o Emmy exagera. Tina Fey já levou pelo menos umas três estatuetas por sua atuação em 30 Rock, já Mad Men vem levando nos ultimos anos o concorrido prêmio de melhor série drama. Esperamos que nesse ano algo mude nessa parte tão previsivel, e já fazemos a nossa lista de séries e atores que merecem ao menos uma indicação na premiação de 2011. É claro que boa parte desses nossos preferidos nem será indicada, mas fica aqui a nossa torcida. Começamos pela categoria comédia:

Melhor Atriz


Nossas preferidas: Martha Plimpton e Amy Poehler.

Tudo bem, Tina Fey é ótima, mas tá hora do prêmio passar para outras mãos. E nesse ano temos duas grandes favoritas. Finalmente Parks And Recreations atingiu seu potencial cômico, elenco totalmente em sincronia e histórias hilárias. Amy Poehler encontrou o tom certo para Leslie, mantendo sua liderança na série e sua competência na arte de rir.

Martha Plimpton é o grande destaque de Raising Hope, não sei se ela concorrerá como principal ou coadjuvante, mas o fato é que a atriz é tão naturalmente engraçada como a mãe de Jimmy e avó de Hope, que merece, no mínimo, uma indicação ao prêmio.

Também torcemos para: Edie Falco (Jackie - Nurse Jackie), Courteney Cox (Jules - Cougar Town),  Kaley Cuoco (Penny - The Big Bang Theory).


Melhor atriz coadjuvante


Nossas preferidas: Cobie Smulders, Aubrey Plaza e Ellie Kemper.

Em 2009 Ellie Kemper era uma desconhecida quando entrou em The Office, para substituir Pam na recepção do escritório. A princípio sua personagem Erin aparecia pouco, mas os roteiristas conseguiram inclui-la melhor na história, e ela veio correspondendo com seu talento para tornar a personagem umas das mais hilárias da série, dando um frescor depois de tantos anos no ar. Esse é o momento dela, com certeza.

O caso de Cobie Smulders também é de crescimento. Robin surge no começo de How I Met Your Mother com destaque, mas ainda sem o apelo cômico que uma sitcom sugere. Os roteiristas souberam aproveitar o potencial humorístico da atriz e a levaram a situações que valorizavam seu talento ainda desconhecido. Desde 2008 Cobie vem merecendo ao menos uma indicação ao Emmy, quem sabe essa ano ela pode finalmente ser recompensada.

Aubrey Plaza parece não ser muito diferente de April em Parks and Recreations, isso é verdade, mas as sutilezas de sua personagem são o seu grande trunfo. Ela cresceu junto com a série, deixou de ser apenas um adereço de humor bizarro e passou a realmente fazer parte das histórias.

Também torcemos para: Cloris Leachman (Maw Maw - Raising Hope), Eve Best (O'Hara - Nurse Jackie), Anna Deavere Smith (Akalitus - Nurse Jackie), Melissa Rauch (Bernadette - The Big Bang Theory), Busy Philipps (Laurie - Cougar Town), Swoosie Kurtz (Joyce - Mike And Molly), Judy Greer (Connie - Mad Love), Debra Jo Rupp (Vicky - Better With You).


Melhor ator

Nossos preferidos: Steve Carell e Rob Lowe.

The Office chegou a sua sétima temporada se despedindo de Carell, que conseguiu nesses 7 anos dar vida ao chefe mais sem noção da TV. Michael evoluiu com a série, mostrou que era mesmo competente, mesmo não tendo muito jeito para lidar com situações delicadas. Seu lado paternal com seus funcinários acabou por equilibrar suas maluquices na gerência da Dundler Miflin. É hora de Carrel receber o devido reconhecimento por esse incrível trabalho.

Depois de arrasar em Brothers & Sisters, Rob Lowe viu seu personagem, o senator Robert, se tornar repetitivo, assim como a série em geral, e decidiu deixar o barco antes dele afundar. Pegou uma participação especial em Parks And Recreations, que deu tanto certo que fez seu personagem se tornar um dos principais, o levando a incluir sua candidatura ao Emmy como ator protagonista.

Também torcemos por: Jim Parsons (Sheldon - The Big Bang Theory).


Melhor ator coadjuvante


Nossos preferidos: Nick Offerman e Jason Segel

Offerman era até então o ator principal de Parks And Recreation, mas por acreditarem que Lowe tem mais chances ao prêmio, ele foi eleito o principal. Mas Nick Offerman é quem realmente merecia o título, não por apenas cumprir esse papel na série, mas também por ter elevado Ron Swanson ao patamar do segundo melhor personagem da série (ou até mesmo o melhor, segundo muitos fãs), relevando as outras faces do chefe de Leslie. Ron não é apenas um durão de poucas palavras e amigos, vimos que ele realmente se importa com seus colegas, mesmo não sabendo ou querendo demonstrar isso. E Offerman foi perfeito nessa manobra.

Jason Segel foi hilário desde o começo de How I Met Your Mother, mas foi nessa última temporada que ele demonstrou de fato seu talento, revelando um lado desconhecido de Marshall e sendo competente durante todo o processo. Ele conseguiu equilibrar humor e drama na dose certa, se destacando mais do que Neil Patrick Harris, quem geralmente recebe as atenções na série. Esse é o ano de Segel.

Também torcemos para: Garret Dillahunt (Burt - Raising Hope), Stephen Wallem (Thor - Nurse Jackie), Tyler Labine (Larry - Mad Love), John Krasinski (Jim - The Office), Rainn Wilson (Dwight - The Office), Josh Cooke (Ben - Better With You), Johnny Galecki (Leonard - The Big Bang Theory), Simon Helberg (Howard - The Big Bang Theory).

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Review: Rookie Blue - 2x01 'Butterflies'


No período de férias de verão americano nós ficamos aqui no inverno brasileiro (que pode ser tudo, frio, muito frio, quente, agradável) com poucas opções de séries inéditas. Ano passado veio do Canadá a novata Rookie Blue, se focando no dia-a-dia de um grupo de 5 policias em início de carreira. Alguns chegaram a comparar a série com Grey's Anatomy, por ter um estilo parecido de retratar esses jovens policiais com o de médicos iniciantes do Seattle Grace. Até podem haver algumas similaridades sim nas séries, ambas tem uma das novatas como protagonista principal, mas a forma que suas vidas são retratadas tem sim suas diferenças.

Ano passado o grupo composto por Andy, Dov, Chris, Traci e Gail passou pelos primeiros apuros na carreira e agora se tornaram veteranos. Havia uma tensão entre Andy e Sam (um policial experiente com quem ela teve conflitos no começo), mas ela preferiu pelo relacionamento estável com o detetive Luke. Gail e Chris se tornaram um casal de fato, enquanto Dov se esforça para ser o melhor em seu trabalho. Traci também se envolve com um detetive, Jerry Barber, mas mantém o relacionamento secreto, apenas Andy sabe.

O primeiro episódio da nova temporada começa com Andy preparando o café da manhã no apartamento em que ela e Luke estão morando. Na temporada passada ele já estava a procura de um apartamento para viver com a namorada. Ela parece feliz de fato, mas sabemos que Luke não é o único que a deixa assim. Cheguei a pensar que a tensão entre ela e Sam diminuiria, mas depois dela escapar do tiroteio na frente da casa de shows, notamos o quanto ele ainda está apaixonado por ela.

Dov precisa lidar com Gail passando tempo demais no apartamento em que ele divide com Chris. A briga do trio acabou levando a Chris perceber que quer ter Gail por perto o tempo todo, assim como ela quer também estar com ele. Tudo indica que o casal irá morar junto em breve e Dov deve ficar sozinho. Falando nele, soubemos um pouco mais de seu passado. Ele teve um irmão mais velho que se matou. O fato deixa Gail um pouco mais tolerável com ele. Poderíamos até dizer que ela finalmente sentiu um pouco de compaixão com Dov e irá pegar mais leve com ele, tomara.

Gail é um dos personagens mais odiáveis da série, uma verdadeira bitch que esconde seus sentimentos mais verdadeiros debaixo de uma face fria. Aos poucos ela vai revelando sua profundidade e pode ser que se torne um pouco mais amada pelo público, mesmo sem perder seu lado cruel. Começamos a ver isso nesse episódio, pode ser tornar uma tendência nessa temporada.

E voltando para Andy, depois de fazer seu café da manhã cantando em sua nova casa, dançando com seu namorado e indo ao trabalho feliz da vida, ela recebe a grande responsabilidade de comandar uma operação na frente de uma casa de shows que distribuiu mais ingressos do que sua capacidade de acomodar pessoas. Para evitar o tumulto um time de policias foi escalado e apesar dos riscos, Andy fica feliz com a tarefa. Significa que estão confiando em seu trabalho. Só faltou mostrar a cara de Gail se contorcendo por não ter sido escolhida como líder.

Tudo parecia estar dentro do controle, até Sam apareceu para dar uma ajuda, prometendo dispersar o público rapidamente para Andy. Quando uma menina que estava na fila pedia para Andy deixa-la passar na frente pois ficou no lugar errado, tiros são disparados, o primeiro pegando na cabeça da menina e o segundo no colete de Andy. A policial cai no chão em estado de choque e não consegue fazer mais nada.

Esse momento do desepero de Andy é o ponto mais dramático do episódio. Ela fica sem ação, ferida pelo impacto do tiro e vendo a menina sangrando ao seu lado. Apesar dos esforços a menina tem morte cerebral e sua mãe pede para que seus orgãos sejam doados, mas para que isso aconteça a investigação sobre quem atirou nela precisa ser concluída, ou seu corpo terá que sofrer uma autópsia, tornando a doação impossível. E por isso começa uma verdadeira corrida em busca do atirador, liderada por Dov, que se comove com o relato da mãe da menina morta.

O episódio segue tentando desvendar esse crime, com algumas reviravoltas e acaba chegando no culpado, que na verdade queria matar a amiga da menina morta e não ela. Dov consegue cumprir seu objetivo. Andy que começou o dia feliz da vida, tem que superar o ataque que testemunhou e sofreu, além de lidar com a ex-parceira de Luke, que não por acaso, também dividiu uma casa com ele no passado.

Apesar do crime ser desvendado, Andy se sente culpada por ter deixado a menina passar para a frente da fila, a levando indiretamenta para seu destino fatal. Por outro lado, recebe o apoio de seu treinador, Oliver Shaw, que em alguns momentos parece alheio aos policias novatos, revelando aqui ter uma preocupação real com seus colegas. A cena entre os dois, que remete ao primeiro episódio da série, é realmente perfeita para a situação.

Devemos ter mais tensões entre Andy e Sam Swarek no resto da temporada, é uma das melhores coisas da série. E também ficaram devendo uma participação maior da Traci Nash, que quase fez parte do elenco de apoio da série nesse episódio. É uma pena que cada temporada tenha apenas 12 episódios, poderia render muito mais. Mas, se tratando de uma série do verão, não podemos esperar muito, simplesmente temos que agradecer pela exigente ABC ainda exibir e patrocinar a série nos EUA.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Séries na Comic Con 2011

No dia 21 de julho começa a San Diego Comic Con, maior feira nerd do mundo. Já virou tradição o lançamento de diversas séries americanas no evento, geralmente de ficção científica, mas isso vem se ampliando a cada ano, com séries de outros temas que também se apresentam ao público atravéz de painéis.

Este ano nós estaremos lá fazendo uma cobertura exclusiva da feira aqui para o Super Liga Net!

Confira a lista das séries já com datas confirmadas na feira (além da confirmação de quem da equipe irá) e as que ainda não definiram seu dia de participação:

Quinta, 21 de julho

- Penn & Teller Tell a Lie

- Awake | Elenco: Jason Isaacs; Produtores: Howard Gordon, Kyle Killen.

- Game of Thrones  | Elenco: Emilia Clarke, Peter Dinklage, Kit Harington, Jason Momoa, Nikolaj Coster-Waldau; Produtores: David Benioff, D.B. Weiss; Moderador convidado: Author George R.R. Martin.

- Beavis & Butthead

- Covert Affairs

- Napoleon Dynamite

- Psych


Sexta, 22 de julho

- Miracle Day | Elenco: John Barrowman, Eve Myles, Bill Pullman, Mekhi Phifer, Alexa Havins, Lauren Ambrose; Produtores: Jane Espenson.

- Spartacus: Vengeance | Elenco: Liam McIntyre, Lucy Lawless, Dustin Clare, Manu Bennett, Katrina Lawand; Produtores: Steven S. DeKnight.

- Reign of the Dinosaurs | Produtores: Erik Nelson, David Krentz, Ricardo Delgado.

- Bob’s Burgers | Elenco: Jon Benjamin, John Roberts, Dan Mintz, Eugene Mirman, Kristen Schaal; Produtores: Loren Bouchard, Jim Dauterive.

- Bones | Elenco: David Boreanaz, Emily Deschanel, e elenco de The Finder; Produtores: Hart Hanson, Stephen Nathan.

- True Blood | Elenco: Anna Paquin, Stephen Moyer, Sam Trammell, Ryan Kwanten, Rutina Wesley, Kevin Alejandro, Kristin Bauer van Straten, Nelsan Ellis, Joe Manganiello, Deborah Ann Woll; Produtores: Alan Ball.

- Falling Skies


Sabado, 23 de julho

- Mythbusters | Elenco: Adam Savage, Jamie Hyneman, Tory Belleci, Grant Imahara, Kari Byron.

- American Dad | Elenco: Voice talent Wendy Schaal, Scott Grimes, Rachael MacFarlane, Bradley Baker; Produtores: Mike Barker, Matt Weitzman, Kara Vallow.

- Family Guy | Elenco: Alex Borstein, Seth Green, Adam West; Produtores: Mark Hentemann, Steve Callaghan, Kara Vallow.

- Futurama | Elenco: Billy West, Katey Sagal, John DiMaggio, Maurice LaMarche; Produtores: Matt Groening, David X. Cohen.

- Terra Nova | Elenco: Stephen Lang; Produtores: Rene Echevarria, Brannon Braga, Jose Molina.

- The Simpsons | Produtores: Matt Groening, Al Jean, Rob Lazebnik, Matt Warburton, Mike Anderson, Tom Gammill.

- Good Vibes

- Power Rangers Samurai

- Teen Wolf


Domingo, 24 de julho

- Castle

- Allen Gregory | Elenco: Jonah Hill e outros dubladores; Produtores: David Goodman, Andrew Mogel, Jarrad Paul.

- Glee | Elenco: á confirmar; Produtores: Ryan Murphy, Brad Fulchuk.

- The Cleveland Show | Elenco: Mike Henry, Sanaa Lathan, Kevin Michael Richardson, Reagan Gomez; Produtores: Mike Henry, Rich Appel, Kara Vallow.

Ainda sem data confirmada:
Alphas
Being Human
Children’s Hospital
Chuck
Community
Eureka
Fringe
Grimm
Once Upon a Tim
The Nine Lives of Chloe King
Person of Interest
Ringer
Sanctuary
Sons of Anarchy
Teenage Mutant Ninja Turtles
The Big Bang Theory
The River
The Secret Circle
The Vampire Diaries
The Walking Dead
Warehouse 13


Fonte: TVLine

Segunda em Séries: Love Bites, The Killing, US Tara, Nurse Jackie e Rookie Blue

Começa mais uma semana de muitas séries em férias, mas ainda assim temos algumas novidades e opiniões para colocar em dia.

- Love Bites, série da NBC que foi deixada de lado na temporada passada e agora foi lançada com algumas alterações no verão americano, teve audência bem baixa em sua estréia. A série se foca em relacionamentos amorosos e tem entre seus roteiristas Cindy Cupack, que trabalhou em Sex And The City. O problema é que a série foi lançada na pior época possível, rendendo apenas 1 ponto na faixa 18-49 e 2,5 milhões no total de telespectadores. Nas semanas seguintes manteve a média da demo (a faixa 18-49), perdendo um pouco no total da audiência, passando para 2,3 milhões e mantendo. Se continuar assim seu cancelamento é certo.

- Ainda falando de Love Bites, eu assisti ao episódio piloto, é bem divertido, indica que a série deve ter episódios que podem ser vistos aleatóriamente, o que ajuda a conquistar novos fãs. Seus personagens ainda precisam se desenvolver mais, alguns já estão bem definidos, como o de Greg Grunberg (o Matt de Heroes).

- A série sobre a investigação de um assassinato The Killing, da AMC, encerrou ontem sua primeira temporada com a segunda já garantida. Durante toda a temporada a série se focou em apenas um crime, o que é algo novo para esse tipo de série, que geralmente trata de um crime por episódio. O final não deixou muitos fãs contentes, não vou comentar nada porque não assisto a série, mas o final já gerou uma certa revolta de cara.

- Hoje se encerram as terceiras temporadas de duas ótimas séries do canal Showtime: United States of Tara e Nursie Jackie. Para Tara será também o último episódio da série, que segundo o colunista Michael Ausiello, deve ser um desfecho que agradará aos fãs. Já Nurse Jackie tem a quarta temporada garantida, em seu episódio final trará uma revelação chocante de Kevin, marido de Jackie.

- Dia 23 de junho, quinta-feira, estréia a segunda temporada de Rookie Blue, drama policial canadense que agradou bastante em sua estréia ano passado. Somos fãs aqui no blog e vamos comentar sobre a estréia no final da semana. A equipe Queens Of The Lab (que faz a dificil legenda de Bones) estará responsável pelas legendas em português dos episódios lançados na web.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Promoção de Junho - Super Liga Net



Já faz algum tempo que anunciamos o início de uma série de promoções que irá presentear os visitantes do blog, e finalmente chegou a hora da premiação!

Nesse mês de junho serão 2 premiados via email. Você já pode começar a participar, basta enviar um email para contato@superliganet.com respondendo com o seguinte conteúdo:

Nome:
Idade:
Cidade e Estado:
Série preferida:
O que prefere ler no blog:
O que sugere como prêmio para as próximas promoções:

Para validar sua participação por email é necessário responder a todas as perguntas, até o dia 30 de junho. Os vencedores serão conhecidos no dia 4 de julho, e cada um deles terá o direito a escolher 2 prêmios dentre os selecionados para esse mês:
- DVD O Melhor de Friends
- DVD  The O.C. - Os 4 primeiros episódios da 1ª temporada
- Poster da 3ª temporada de Lost
- Camiseta Heroes

Você pode participar apenas por email, desativamos a participação via Twitter. Com apenas uma mensagem de email você estará concorrendo. Enviar mais do que uma mensagem não aumenta as suas chances de ganhar.

Em julho se inicia uma nova promoção, assim pretendemos fazer todos os meses, sempre que tivermos patrocínio para tanto. A forma de premiação pode variar de mês a mês. Participe!

Balanço da temporada: CW



Com poucas séries no ar, a emissora CW não sofreu tanto com indices ruins dessa temporada. Chegou com apenas 2 novas séries, ambas com estréia satisfatória, mas as coisas foram mudando com o passar do tempo. Depois de 2 cancelamentos e do final de Smallville após 10 temporadas, 3 vagas foram abertas para novas séries da temporada 2011-2012: Hart of Dixie, Secret Circle e Ringer. Falaremos delas com mais detalhes quando apresentarmos as séries novas do canal, contando com a nossa opinião.

A CW é voltada ao público jovem feminino, tem orçamento baixo, por isso tem apenas cerca de 2 séries por dia da semana no ar. Faz parte do mesmo grupo que controla a CBS e devido a essa proximidade a série Ringer, que seria da emissora maior, acabou encontrando um lar na CW. A premissa dessa série não é muito boa, mas devemos ter essa certeza somente depois de alguns episódios.


Balanço da temporada - Séries Novas


Foi uma temporada com pouquíssimas estréias, apenas 2, que tiveram a temporada completa (ao contrário do que houve na temporada passada) mas com apenas uma sobrevivendo, Nikita - que começou forte, decaiu um pouco na audiência, mas se estabilizou, revelando mais um sucesso do canal. Já Hellcats, série sobre líderes de torcida criada por Tom Welling (o Clark de Smallville) não teve a mesma sorte. Ou melhor, até teve, pois começou bem, mas como a crítica e os fãs apontaram, a história foi perdendo a qualidade e o interesse do público foi diminuindo, resultando na cancelação da série.


Balanço da temporada - Séries Veteranas


Assim como na temporada passada a CW não cancelou nenhuma série veterana, tivemos apenas o final de Smallville, 10 anos no ar. A definição de que a décima temporada também seria a última, veio ano passado, quando a série foi renovada. A decisão ajudou aos produtores a planejarem o final da série com bastante antecedência.

Os únicos sucessos novos do ano passado foram The Vampire Diaries e Life Unexpected, que em suas segundas temporadas também divergeram com o passar do tempo. A série dos vampiros (baseada numa série de livros de mesmo nome) seguiu firme e forte, ganhando facilmente sua terceira temporada. Já Life Unexpected (sobre Lux, uma jovem de 16 anos que precisa encontrar seus pais para ganhar sua emancipação) foi decaindo a cada episódio, forçando o drama exageradamente e sendo terminada com uma temporada curta de 13 episódios.

Já as super-veteranas do canal seguiram estáveis. A mais antiga One Tree Hill, chegou a receber especulações de que não teria sua nona temporada garantida, mas a confirmação acabou chegando, assim para as demais séries no ar: Supernatural, 90210 e Gossip Girl.


Dados do balanço geral da CW

Números:
Séries novas: 2
Séries novas canceladas: 1
Séries veterenas canceladas: 1
Séries na ultima temporada: 1
Total de cancelamentos: 2
Total de renovações: 6

Séries na Ultima Temporada
Smallville

Séries Canceladas
Hellcats   
Life Unexpected

Séries Renovadas
 90210
Gossip Girl
Nikita
One Tree Hill
Supernatural
Vampire Diaries


Conclusão

Comparado ao ano passado, o resultado da CW esse ano é o mesmo. Apesar da perda de 1 série veterana, sendo que da outra vez todas foram renovadas, outros fatores foram positivos. Em termos de novas séries o resultado é o mesmo, metade delas foram bem sucedidas. A diferença é que dessa vez apenas 2 séries foram lançadas, na temporada passada foram 4, sendo que uma delas foi cancelada depois de pouquíssimos episódios (Beautiful People), nada comparado ao que houve esse ano. Ou seja, a emissora gastou menos nesse ano para ter o mesmo resultado do ano passado. E se comparando a situação das demais emissoras, é a que teve o melhor aproveitamento de séries novas, 50%. Se não cancelasse nenhuma veterana estaria em igualdade com a NBC, que também não cancelou nenhuma série da casa.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Séries da temporada 2011-2012: Fox - EUA parte 3

E agora a terceira e ultima parte sobre as séries da Fox. Nesse bloco apresentamos um drama e uma animação (sim mais uma!) que ainda estão em fase de produção e não tem trailer de divulgação, nem data de estréia.

Touch


Criada por Tim Kring (que também criou Heroes e Crossing Jordan) e estrelada por Kiefer Sutherland (24 Horas) que vive Martin Bohm, um pai viuvo que cria um filho mudo autista. Ele descobrirá que o filho tem a habilidade de prever o futuro. No elenco também terá uma assistente social e um professor, ambos ajudando Martin a lidar com o filho, mas nenhum outro ator ainda foi escalado para o papel. A Fox deu o sinal verde para esse piloto em janeiro desse ano e comentamos sobre essa série no Heroes Brasil Blog.


The Flintstones

Remake do clássico dos anos 60, irá acompanhar duas famílias na idade da pedra, com algumas das conveniências da nossa atualidade. Quem comanda esse projeto é Seth MacFarlane (de Family Guy e American Dad), Dan Palladino (um dos produtores e roteirista de Gilmore Gilrs) e Kara Vallow (Family Guy).

E com essas duas séries encerramos a apresentação das novidades da Fox. Confira a parte 1 aqui (com as séries da Fall) e a parte 2 aqui, com as séries de janeiro de 2012.

Séries da temporada 2011-2012: Fox - EUA parte 2

Depois de falarmos das 4 séries que estréiam no outono americano, agora vamos falar de outras 3 novas, que estão programadas para estreiarem em janeiro de 2012. São 2 dramas de 1 hora e uma comédia em animação. No terceiro e último bloco falaremos de mais 2 séries que ainda não tem data de estréia, nem trailer de apresentação. Vamos agora as séries de janeiro:

Alcatraz

Uma ilha, mistérios e a assinatura de J.J. Abrams. Não se trata de um novo Lost, mas que dá medo de confiar numa série dessa, dá. Mas a Fox não entrou nessa sem saber o futuro da série, tanto que seu criador teve que entregar um documento à emissora detalhando o futuro da série, dizendo para onde ela iria, quais seriam as soluções de seus mistérios, sem deixar nenhum buraco. E o público também agradece por isso.

Baseada na prisão de segurança máxima, agora desativada, em que nunca ninguém fugiu. Mas isso muda quando um assassinato revela que seu executor é um dos prisioneiros que teria morrido na famosa prisão, em San Francisco, California. Quem investiga o caso é a detetive Rebecca Madsen (Sarah Jones), que conta com a ajuda de um expert em Alcatraz e fã de quadrinhos, Dr. Diego "Doc" Soto (Jorge Garcia, sim, o Hurley de Lost) para desvendar o mistério sobre esse fugitivo que mantém a mesma aparência depois de mais de 50 anos de seu desaparecimento. Mas a dupla terá que lidar com Emerson Hauser (Sam Neill) um agente do governo que sabe algo sobre os mistérios, mas que não pode revelar tudo por uma questão de sigilo. Ficou interessado? Vamos ao trailer:



Será exibida nas segundas-feiras, no horário de Terra Nova.


The Finder

Já tivemos um gostinho dessa nova série durante um episódio de Bones. Baseada em um ex-fuzileiro do exército americano que tem a capacidade de encontrar qualquer coisa devido a seu modo único de observar o mundo. Walter Sherman (Geoff Stults) aparece em Bones quando Booth o procura para ajudar em um caso. Os dois foram companheiros no exército, mas mesmo assim Walter é desconfiado de todos. Ele tem a companhia de Leo Knox (Michael Clarke Duncan) seu conselheiro legal. No quase piloto que vimos em Bones também existe uma terceira protagonista,  Ike Latulippe (Saffron Burrows) que, como já falamos aqui, será substituida por outra atriz (interpretando uma personagem diferente). The Finder estréia em janeiro, nas quintas-feiras, no lugar de Bones, que entra em hiatus devido a gravidez de Emily Deschanel.




Napoleon Dynamite

Baseada no filme que fez sucesso entre os adolescentes em 2004. Os atores do filme irão dublar seus mesmos personagens na animação, que também terá outros novos personagens. Napoleon (Jon Heder) é um adolescente de 16 anos que está convencido que está destinado a grandeza devido a suas "doces habilidades". Ele passa o dia fazendo golpes de ninja, desenhando panteras, dançando soul e se gabando de sua namora de Oklahoma, que ninguém nunca viu. No elenco também está a Grandma (Sandy Martin), Kip (Aaron Ruell), Pedro (Efren Ramirez), Deb (Tina Majorino), Uncle Rico (Jon Gries) e Rex Kwon Do (Diedrich Bader).



Será exibida aos domingos, no horário de Allen Gregory.

Em janeiro também tem a volta da animação Bob's Burguers, aos domingos no lugar de American Dad. A Fox está fazendo um verdadeiro rodízio com tanta série no ar. Só espero que não desçam o machado em várias delas por conta disso.

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Assista o piloto de '3%' uma série brasileira

É muito raro ver uma série brasileira que não seja feita pela Rede Globo, ou que não traga o humor como gênero. Esse é o caso de "3%", uma produção independente que já ganhou alguns prêmios nacionais e concorre num concurso do governo para ganhar a produção de uma temporada completa, confira a sinopse e informações oficiais:

A série acompanha a luta dos personagens para fazer parte dos 3% dos aprovados que irão para o Lado de Lá. A trama se passa em um mundo no qual todas as pessoas, ao completarem 20 anos, podem se inscrever em um processo seletivo. Apenas 3% dos inscritos são aprovados e serão aceitos em um mundo melhor, cheio de oportunidades e com a promessa de uma vida digna. O processo de seleção é cruel, composto por provas cheias de tensão e situações limites de estresse, medo e dilemas morais.

Vencedor da Etapa I do edital de seleção de desenvolvimento e produção de teledramaturgia seriada para TVs Públicas - FicTV / Mais Cultura - MinC Vencedor da Mostra Competitiva de Pilotos Brasileiros na categoria Séries de Ficção - Festival Internacional de Televisão 2010
Produção: Maria Bonita Filmes / Nation Filmes Criação: Pedro Aguilera Direção: Daina Giannecchini, Dani Libardi e Jotagá Crema

Considerada como uma série de ficção de científica, mas o suspense é o principal condutor da história. Pelo que li do edital, o foco das produções desse concurso são os jovens, que aliás, são os personagens principais dessa história.

Não está claro se a série terá várias temporadas (caso seja mesmo produzida) ou se ela se trata de uma mini-série, o fato é que apesar de ter diálogos que precisam ser melhorados em alguns momentos, ela conquista a atenção do telespectador. O episódio piloto está disponível no canal oficial da série no Youtube e você pode conferir logo abaixo, em 3 partes:







Os videos também tem legenda em inglês, possibilitando que o público de outros países possa também conferir  a produção.

E fica aqui a nossa torcida para a série ganhe mais episódios, nem que seja apenas para a internet e assim fugirmos um pouco do monopolismo que abrange as produções nacionais. Acho que é a primeira vez que mencionamos uma série brasileira no blog, porque é realmente dificíl achar algo que valha a pena.

Fonte: Melhores do Mundo - a quem agradecemos pela indição também.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Séries em Análise: O final de Smallville


Foram 10 anos de altos e baixos, idas e vindas, nervosismo, surpresas, aprendizado, tensão, saudosismo e tantos outros modos de descrever o que essa série nos trouxe ao longo de todo esse tempo. Pra mim foi o final de uma jornada que começou quando eu tinha apenas 18 anos e me acompanhou por todo esse tempo em que diversas mudanças também ocorreram em minha vida.

Acho que muito dos que começaram a acompanhar Smallville desde o começo também eram adolescentes (ou quase isso), que cresceram acompanhando a série e se tornaram adultos por completo, enquanto assistíamos Clark Kent trilhar seu próprio caminho de aprendizado para se tornar o herói conhecido por todos. Nós já sabíamos onde a jornada dele em Smallville iria terminar, mas tenho certeza de ninguém imaginou onde estaria agora, ou será que alguém conseguiu?